quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Tíquete médio no pequeno varejo é de R$ 42
Estudo realizado pela GfK aponta as características do pequeno varejo e também os atributos que o consumidor mais valoriza ao definir as compras. Um dos resultados mostra que a proximidade é o principal motivador de compras nesse canal, apontado por 92% dos consumidores. A pesquisa considera como pequeno varejo as lojas com até quatro checkouts.
O público desse varejo de vizinhança também valoriza a presença de balcão refrigerado, hortifrútis, estacionamento e padaria. A partir desse dado, análise de GfK aponta que os pequenos varejistas precisam ampliar os investimentos em estacionamento e padaria, pois estão presentes em apenas 41% e 33% desses estabelecimentos, respectivamente.
A pesquisa revelou também que o tíquete médio gasto é de R$ 42 e a principal forma de pagamento ainda é em dinheiro, presente em 43% das transações, seguida pelo cartão de débito, com 34%. O faturamento médio anual desses estabelecimento varia de R$ 330 para mercados de 1 checkout a R$ 3,8 milhões para mercados de até 4 checkouts.
Para o pequeno varejista, um bom começo é conhecer o novo consumidor e atender às suas expectativas. O estudo ainda apontou que 85% dos estabelecimentos são familiares e 56% dos gestores não terminaram o ensino fundamental. Apesar de experientes, pois apresentam em média 15 anos de vivência no varejo, ainda precisam investir em capacitação, para aproveitar oportunidades futuras e manter o negócio competitivo neste mercado.
O pequeno varejo responde por mais de 40% do volume de vendas nos segmentos de alimentos, higiene, limpeza e perfumaria. Com o crescimento dos últimos dois anos, atualmente há mais de 50 mil estabelecimentos em todo o País e segue uma tendência de crescimento.
Fonte: Supermercado Moderno
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Empresa com apenas duas lojas já tem 210 mil fãs no Facebook
CAROLINA DALL'OLIO, ESTADÃO PME
Quando a pequena loja de bijuterias e acessórios MyGloss abriu as portas, na cidade de Campo Grande (MS), a marca recém-criada já era conhecida por mais de 60 mil pessoas. Este era o número de seguidores que a empresa reunia no Facebook na época da inauguração, em maio.
Nos últimos cinco meses, a MyGloss cresceu – dentro e fora da rede. A empresa, que já nasceu com a proposta de se tornar uma rede de franquias, hoje conta com duas lojas em funcionamento (uma delas em São Paulo) e pretende inaugurar mais duas em breve. Em 2012, outras 15 unidades devem ser abertas.
Mas é no Facebook que a marca realmente se agigantou: 210 mil pessoas curtem a página. Mesmo somados, os fãs de grandes redes de moda como Lojas Marisa, Renner e Riachuelo não conseguem superar o tamanho da comunidade MyGloss.
“O segredo para atrair tanta gente está na preocupação que temos em realmente ouvir, entender e responder a cada comentário”, resume Rodrigo Stocco, que fundou a empresa em parceria com a irmã, Katia. “Ninguém fica sem resposta e são as pessoas que definem sobre o que vamos falar.”
O ação da MyGloss no Facebook é simples: a empresa dá dicas de moda e tira dúvidas dos leitores. Uma espécie de consultoria personalizada. Ontem, por exemplo, uma das frequentadoras da página pediu uma sugestão sobre como combinar maquiagem e acessórios com um vestido roxo que usaria em uma formatura. Como resposta, recebeu a indicação de colares e brincos prateados, com um link para uma reportagem sobre o tema.
Primeiro na web
A página no Facebook precedeu a criação da própria empresa. “A interatividade está presente desde a formatação do conceito da marca. É nossa principal característica”, diz Rodrigo.
Atualmente, três funcionários da MyGloss, formados em moda, trabalham com a atualização da página e todas as promoções da empresa são desenvolvidas e veiculadas por meio da rede social. Agora, o próximo passo é fazer com que os fãs criem também os produtos, dando sugestões de estampas e formatos.
A presença no Facebook já trouxe resultados concretos. Segundo Rodrigo, cada produto divulgado pela ferramenta some das lojas rapidamente. Pela web, o negócio também já conseguiu recrutar interessados em pagar R$ 270 mil para ter uma franquia da marca – o faturamento mensal estimado é de R$ 70 mil, com lucratividade de 15% a 20%.
Agora, a popularidade na internet já começa até a ditar os rumos da empresa. “Há uma demanda fortíssima por uma loja virtual da marca”, explica Rodrigo. “Não podemos mais ignorá-la. Por isso, já começamos a desenvolver um projeto.”
A loja virtual não estava nos planos iniciais da empresa. Mesmo assim, o empreendedor acredita em sua viabilidade. E quando questionado sobre a possibilidade de os futuros franqueados da rede encararem o comércio eletrônico como concorrente, Rodrigo responde: “a compra de acessórios é feita por impulso. As lojas físicas vão continuar a ter mais força.”
O consultor Marcelo Cherto, especializado em expansão de negócios, defende que a empresa tenha mais de um tipo de canal de venda. “Cada consumidor prefere comprar de um jeito, em momentos diferentes”, afirma Cherto. “Portanto, a empresa deve estar disponível e acessível para não perder vendas.”
Cherto, porém, alerta para um risco que a MyGloss corre ao criar a loja virtual. “A empresa funciona na internet como um ponto de educação para os consumidores. Por isso ela fez com que seus seguidores no Facebook estabelecessem uma relação emocional com a marca”, analisa. “Ao iniciar as vendas virtuais, é preciso tomar o cuidado de não misturar as coisas. Ela deve continuar a usar o Facebook para ajudar os clientes, não para vender. Caso contrário, pode perder credibilidade.”
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
10 regras do marketing nas mídias sociais
A influência da Internet no dia-a-dia das pessoas é cada vez maior e o marketing nas mídias sociais fica cada vez mais evidente nas atividades dos internautas. Para as empresa é uma mudança de rumo e para os profissionais do marketing digital, um novo enfoque para campanhas.
Seguem aqui dez leis do marketing para mídias sociais, sugeridas pela presidente da Creative KeySplash Inc, Susan Gunelius.
1. A Lei do Foco
Especializar-se é muito melhor do que ser “pau para toda a obra”. Uma mídia social altamente focada e uma estratégia de marketing de conteúdo destinam-se a construir uma marca forte. Elas terão mais chance de sucesso do que uma estratégia global que tenta ser tudo para todas as pessoas.
2. A Lei de Escutar
O sucesso em mídia social e marketing de conteúdo depende muito mais do ouvir do que do falar. Leia o conteúdo divulgado pelo seu público alvo e participe de discussões para saber o que é importante para eles. Só então você poderá criar conteúdos e conversas que agreguem valor aos seus clientes e prospects.
3. A Lei da Qualidade
Qualidade triunfa sobre a quantidade. É melhor ter mil contatos on-line que leem, compartilham e falam sobre o seu conteúdo que 10 mil conexões que desaparecem depois de se conectar com você apenas uma vez.
4. A Lei da Paciência
Resultados em mídias sociais e marketing de conteúdo não acontecem da noite para o dia. Embora seja possível fazer ações relâmpago, é muito mais provável que você precise comprometer-se a longo prazo para alcançar resultados.
5. A Lei da Composição
Se você publicar conteúdo de qualidade e trabalhar para construir a sua audiência online, seus seguidores irão compartilhar seu conteúdo com seus amigos no Twitter, Facebook, LinkedIn, seus próprios blogs e muito mais.
Este compartilhamento e discussão sobre seu conteúdo abrem novos pontos de entrada para os motores de busca. Assim seu conteúdo estará acessível a um número cada vez maior de pessoas.
6. A Lei do Valor
Se você gastar todo seu tempo nas mídias sociais falando sobre seus produtos e serviços, as pessoas vão parar de ouvir. Você deve adicionar valor à conversa. Concentre-se menos em conversões e muito mais na criação de conteúdo surpreendente, desenvolvendo relacionamentos com pessoas influentes.
7. A Lei da Influência
Dedique tempo para os influenciadores online em seu mercado, que têm um público de qualidade e podem estar interessados em seus produtos, serviços e negócios. Faça contato com as pessoas e trabalhe para construir relacionamentos com eles.
Estes contatos podem compartilhar seu conteúdo com seus próprios seguidores, o que poderia colocar você e sua empresa na frente de um público novo enorme. Lembre-se: para isso a informação deve ser útil.
8. A Lei de Reconhecimento
Você não iria ignorar alguém que o aborda pessoalmente, por isso, você não deve ignorá-los online. Construção de relacionamentos é uma das peças mais importantes do sucesso em mídias sociais. Sempre reconheça e converse com cada pessoa que chega a você.
9. A Lei da Reciprocidade
Você não pode esperar que os outros compartilhem o seu conteúdo e falem sobre você se você não fizer o mesmo por eles. Assim, uma parte do tempo que você gasta em mídias sociais deve ser focado em compartilhar e falar sobre o conteúdo publicado por outros.
10. A Lei de Acessibilidade
Não publique o seu conteúdo e depois desapareça. Esteja disponível ao público. Isso significa que você precisa publicar conteúdo de forma consistente e participar das conversas. Se você não estiver disponível seu público não hesitará em abandoná-lo.
Fonte: Blog do e-commerce
Reunião
Caros companheiros do Pólo C. Jardim S. João,
amanhã, terça feira, 01/11/2011, nosso encontro semanal se dará na ATBL, partir das 08:30 horas da manhã.
ATBL - Artefatos de Borracha
Rua Marechal Deodoro, 114
Centro - Niterói
Estaremos discutindo a ações em conjunto e dividindo informações relevantes a continuidade de nossos trabalhos.
Esperamos poder contar com a presença de todos!
"Nós representamos a força motriz desta cidade, acredite, participe e realize!"
"Eu participo, e você?"
Marcio Nalin
Presidente
Pólo Comercial Jardim S. João
21-8333-4254
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Sebrae e ABNT lançam cartilha visando a qualidade no atendimento
O Sebrae e a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT lançaram uma cartilha que ensina de forma simples e clara as Normas Técnicas para Micro e Pequenas Empresas. A cartilha é apresentada na forma de quadrinhos e mostra quais os passos que devem ser seguidos pelo empreendedor para ter Qualidade no Atendimento.
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