sábado, 23 de julho de 2011

Ciclo de Palestras do Pólo

Caros Amigos, 
No próximo dia 26 de Julho acontecerá mais uma de nossas Palestras. Dessa vez o tema é " O QUE MUDA PARA AS EMPRESAS DO SIMPLES" . Nosso palestrante convidado é o atual presidente da CDL-Niterói, Fabiano Gonçalves.
Aguardamos por todos vocês.


Serviço:
Local: Universidade Candido Mendes , Rua Luiz Leopoldo Fernandes Pinheiro, 517 - Centro - Niterói. Auditório 10º andar. 
Horário: 08H30
ENTRADA FRANCA

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Agenda atualizada

Não deixe de participar de nossas reuniões.
Nossa próxima reunião será dia 19.
Clique aqui e saiba mais

25 de março ganha e-commerce

A Rua 25 de Março chega à internet. Um dos endereços mais famosos do varejobrasileiro acaba de ganhar um e-commerce, que iniciará sua operação em agosto. Criada pela Ziaga, a loja virtual disponibilizará a cada semana os quatro produtos mais procurados pelos consumidores ou ofertas dedicadas às datas promocionais, como Dia das Mães, Carnaval e Natal.
A iniciativa é resultado de uma parceria com o Shopping Fonte Luminosa, que será inaugurado no endereço paulista nesta sexta-feira, dia 8. A expectativa é que o site receba mais de 200 mil visitas por semana e realize 100 mil vendas até o fim de 2011. O endereço já está no ar para cadastro de consumidores e varejistas.
Fonte: Mundo do Marketing

I Seminário e Workshop de Comércio, Negócios Eletrônicos e Meios de Pagamentos

No formato "Road Show" em 12 Capitais Brasileiras, o seminário levará especialistas e autoridades para compartilhar conhecimentos e experiências profissionais, orientar e prover suporte técnico aos interessados.
Confira o calendário:

Agosto:
· 4/8 - São Paulo/SP
· 9/8 - Porto Alegre/RS
· 12/8 - Curitiba/PR
· 18/8 – Florianópolis/SC (a confirmar)
· 25/8 – Cuiabá/MT
Setembro:
· 2/9 – Manaus/AM
· 15/9 – Belém/PA (a confirmar)
· 20/9 – Recife/PE
· 23/9 – Natal/RN
· 29/9 – Salvador/BA
Outubro:
· 5/10 – Rio de Janeiro/RJ
· 10/10 – Belo Horizonte/MG
· 19/10 – Fortaleza/CE
· 26/10 – Brasília/DF
· 28/10 – Goiânia/GO (a confirmar)

Você Sabia Varejo.wmv

7 dicas para escolher o nome certo para sua empresa

Confira dicas de um especialista para dar um nome vencedor para o seu negócio
Criar um bom nome para um negócio não é tarefa fácil. O processo pode ser tão complexo que a consultoria GlobalBrands cobra nada menos do que US$ 50 mil para desenvolver uma marca vencedora para seus clientes. Mas aqui em EXAME.com, você pode conferir algumas dicas grátis de José Roberto Martins, fundador da consultoria, para escolher um nome matador para a sua empresa. Anote:
1. Pense no posicionamento da marca
Um erro muito cometido por empreendedores é criar um nome para o negócio juntando iniciais dos nomes dos sócios ou simplesmente escolhendo a esmo uma palavra pela qual se tenha simpatia ou que pareça “inteligente”. O nome da empresa deve remeter à sua atividade principal e, ao mesmo tempo, diferenciá-la dos concorrentes que atuam no mesmo ramo, recomenda o especialista.
2. Simplifique as coisas
Nike, Apple, Twitter, eBay. O que todas essas empresas têm em comum, além de uma trajetória de tremendo sucesso? Poucas sílabas em seu nome. “Os melhores nomes são curtos, fáceis de memorizar e pronunciar”, sentencia Martins. Evite nomes muito longos ou complexos, que possam acabar confundindo seus clientes.
3. Evite associações impróprias
Evite nomes que possam ter uma conotação negativa na sua língua, se o negócio for local, e em outras culturas, se for global. “O Ford Pinto foi um mico”, exemplifica Martins. Em alguns casos, a falta de cuidado pode levar não só a situações embaraçosas, como esta, mas até a gafes mais sérias, como o infeliz caso de uma empresa asiática que adotou a sigla KKK – acrônimo da seita racista Ku Klux Klan nos Estados Unidos – como nome.
Fuja dos clichês que indicam “modernidade” no momento da escolha do nome, pois se o negócio vingar e durar muitos anos, ele pode acabar ficando datado. “Muitas empresas colocaram ‘tel’ e ‘digi’ para associar seus negócios a tecnologias que estavam no auge e seus nomes hoje soam ultrapassados para nós”, aponta o especialista. “Uma boa olhada na lista telefônica mostra que esses prefixos ou sufixos não trazem nenhum diferencial a uma marca”, acrescenta.
5. Fique atento à pronuncia
Uma boa marca não funciona apenas no papel. Ela deve ser fácil de pronunciar, afinal você vai querer que seus clientes sejam capazes de falar sobre o seu negócio sem gaguejar ou tropeçar nas próprias palavras. Nomes cuja pronuncia não corresponde à grafia também podem causar confusão na hora que alguém for tentar achar seu site ou procurar referências sobre sua empresa na internet. Nomes que possam “soar” esquisitos em outras línguas também devem ser evitados. Quem se lembra do malfadado mecanismo de buscas lançado pela Microsoft em 2008? Seu nome era Cuil. Para começar, ninguém, sabia ao certo como pronunciá-lo em português. Quando finalmente chegou-se à conclusão que a pronuncia correta era algo como “cool” (que, em português, soa perigosamente como uma certa palavra de baixo calão), as piadas foram inevitáveis.
6. Solte a imaginação
Muitas empresas de sucesso da nova geração de negócios online criaram palavras completamente novas para batizar seus empreendimentos. Nomes como Google e Flickr desafiaram o dicionário e se transformaram em grandes sucessos. Para Martins, cada vez mais as empresas terão que pensar fora da caixa se quiserem se destacar. “Um bom dicionário possui, em média, 400 mil verbetes. Desses, não mais que 50 mil poderiam ser utilizados como marcas ou nomes de empresas. As opções estão cada vez mais escassas”, aponta ele.
Depois de chegar ao veredito final, comece a pesquisa para ver se você realmente tem em mãos um nome para chamar de seu. Vá ao Registro.br e visite sites estrangeiros de registro de domínios – afinal, você pode querer expandir seus negócios para o exterior em algum momento – para verificar se já não existe na internet um endereço com o futuro nome do seu negócio. Se o domínio já foi registrado, quer dizer que alguém provavelmente chegou antes que você, tanto no mundo real quanto no virtual. Se o endereço estiver disponível, parta então para uma busca no bando de marcas do Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Intelectual). Caso a marca esteja disponível para registro, faça logo o processo. “Muitas empresas vão deixando isso de lado e depois acabam tendo um prejuízo enorme porque algum oportunista foi lá e registrou a marca delas para faturar em cima”, alerta Martins.
Fonte: EXAME.com

ACONTECEU

Caros companheiros,

Na manhã do dia 12, mais uma vez nos reunimos no tradicional Café da manhã da CDL que rotineiramente nos brinda com palestras elucidativas a respeito dos  problemas e obstáculos de ser empreendedor no Brasil, para que possamos refletir juntos e encontrar caminhos que nos levem a superá-los.
No Café, tivemos a oportunidade de encontrar grandes nomes do comércio niteroiense e discutir estratégias e ações que, se implantadas, em conjunto, podem se tornar a verdadeira força motriz do progresso de nosso município.
Tivemos também a oportunidade de convidarmos os companheiros lojistas para o ciclo de palestras promovidas pelo Polo Comercial do Jardim São João, especialmente para a próxima que será realizada no dia 26/07/11 as 08;30 da manhã, no auditório (10º andar - sala: 1004) da Universidade Candido Mendes do Centro de Niterói, com o tema "O que muda para as empresas do Simples", tendo como palestrante o Presidente da CDL, Fabiano Gonçalves.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Lojistas de diversos pontos de Niterói oferecem descontos de até 70%. De acordo com comerciantes, marcas estão se antecipando devido ao novo calendário


A menos de duas semanas do início do inverno uma surpresa positiva está agradando os consumidores. Lojistas de diversos pontos de Niterói já iniciaram o período das liquidações. Roupas, sapatos e acessórios estão à venda, em algumas lojas da cidade, com descontos que chegam a 70%.
De acordo com os comerciantes de várias lojas de Icaraí, a maioria das marcas estão antecipando suas liquidações devido ao novo calendário da moda. Antes as semanas de moda começavam em junho e agora iniciam em maio. Por isso, as marcas estão iniciando suas promoções.
“O consumidor geralmente começa a fazer as compras de roupas de frio no início do outono e para que as vendas continuem em um ritmo aquecido é preciso criar promoções. Além disso, esse período de grandes ofertas é esperado por parte dos consumidores”, comenta Liz Magalhães, gerente da Sonho dos Pés.
Outra que também acredita que a liquidação fora de época pode aquecer as vendas é Sandra Dias, gerente da loja Lode.
“Esse é o momento certo para os consumidores irem às compras. O inverno no Rio é muito curto e as lojas precisam esvaziar os estoques para a chegada das novas coleções. Uma dica boa para quem for às compras é optar por roupas atemporais, que podem ser usadas tanto no frio quanto no calor”, indica Sandra.
Na opinião de Fabiano Gonçalves, presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Niterói, essa ação ajuda os comerciantes as segurarem o bom ritmo de vendas.
“Nós estamos entrando em um período de férias escolares e muitos pais também vão tirar férias, o que deve fazer com que as vendas do comércio cresçam ainda mais”.
Ainda segundo Gonçalves, as promoções que começaram no fim de julho devem se intensificar no início de agosto.
Renovação – Quem está aproveitando a época de preços baixos é a jovem Jéssica Ladeira, de 20 anos. Segundo ela, essa é uma ótima oportunidade para renovar o guarda-roupa sem gastar muito.
“A liquidação no começo da estação é muito boa, porque dá para usar as roupas pagando menos”, diz Jéssica.
Já o vendedor José Milton Torres, de 21, deixa para comprar o presente para a namorada no período das liquidações.
“Sou vendedor e sei que geralmente os preços caem. Fico esperando esses momentos para comprar um presente melhor para minha namorada e para mim”. 
Preços – Nas lojas Sapatella, o consumidor consegue comprar uma sandália de camurça, que antes custava R$ 110, por R$ 79. Já a marca de bolsas, calçados e acessórios Sonho dos pés liquida toda a sua coleção de inverno 2011. Um sapato escarpim passou de R$ 125 para R$ 99. A Arezzo que comercializa calçados está oferecendo descontos que chegam até 70%.
A Levi’s, por exemplo, está liquidando toda a linha de moletons. O modelo com zíper e capuz de R$ 239,90 sai por R$ 199,90. As t-shirts, básicas para qualquer estação no ano, de R$ 119 saem por R$ 59,90.
Já a Toulon optou por promover um especial de inverno com descontos em alguns itens da coleção, como malhas de manga longa de R$ 78 por R$ 54 e jaquetas jeans de R$ 198 por R$ 158. Os casacos de moletom custavam R$ 138 e estão por R$ 88 e tricots mais leves de R$ 148 por R$ 98.
“Nossa intenção com esta ação é promover alguns itens com descontos atrativos e ao mesmo tempo vender as peças-chaves do inverno. Com a chegada destes dias mais frios, os casacos e tricots mais pesados estão entre os itens mais vendidos. Nossa liquidação mais intensa acontecerá mais para o fim do mês de julho”, comenta Mário Gabão, diretor do comercial da Toulon.
Assista ao vídeo na TV O FLU www.tvoflu.com.br

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sua Majestade a Vitrina

PorPatrícia Rodrigues
Sabemos que o Visual Merchandising é composto de varias ações, mas temos absoluta certeza em afirmar que a de maior impacto e mais famosa de todas é a vitrina.
Gerações após gerações elas fazem parte do nosso cotidiano e do rito de passear para distrair, comprar ou apenas apreciar, tanto os produtos como suas composições.
É através dela que vemos a confirmação das tendências, as novidades e fazemos avaliações econômicas de preços de produtos.

Em alguns locais como NY, Paris, Londres, Tókio, entre outros a vitrina atrai turistas e faz parte de um animado calendário, principalmente nos natais onde temos verdadeiramente a inauguração das vitrinas natalinas e sempre em festas concorridas e com espectadores ávidos para ver qual será a grande surpresa do ano.

Com grandes composições teatrais ou até mesmo com simples exposições temos na vitrina um alento visual no cotidiano poluído das grandes cidades e um colorido especial em cidades do interior.
Usamos a vitrina como um grande motivo para escaparmos das nossas rotinas e fazermos passeios descompromissados a fim de encantar nossos olhos e aguçar nossos desejos.
A despeito da licença poética nos vemos projetados neste universo e nos encontramos dentro dos belos vestidos, ou possuidor daquela jóia da qual sempre sonha. A vitrina nos transporta para um mundo mágico.
A vitrina é a grande majestade da comunicação no ponto de venda, ela é o agora, é o tangível.
Do ponto de vista de retorno sobre investimento, temos na vitrina dados estatísticos que a coloca em primeira no range deste retorno.
Sua resposta em relação ao cliente é imediata é o "vi, gostei,levei". Ela parece nos colocar em estado de imediatismo onde nossos impulsos tomam uma proporção gigante diante da possibilidade de fazer parte daquele universo adquirindo um pedaço através de um produto, que em muitos casos se querer necessitamos.

A vitrina proporciona uma marca ser mais do que ela mesma pode ser intimamente ou mesmo a falta deste conceito.
Saber usá-la é saber se posicionar e ir além dos rótulos banais do "bonito", podemos alcançar admiração dos nossos consumidores.
Admiração é um dos sentimentos mais fortes que uma marca pode adquirir e a admiração leva a marca ao universo do aspiracional. E a partir deste ponto colocar a marca em um patamar de "majestade".


As Razões do Cliente

Recentemente, o sociólogo Juarez de Paula, gerente da Unidade de Atendimento Coletivo Comércio - UACC do Sebrae Nacional, escreveu um artigo intitulado "As Razões do Cliente" onde aborda temas relacionados com as mudanças no perfil do consumo, as oportunidades e ameaças para as MPEs e os desafios estratégicos da UACC. Leia o conteúdo clicando em ARTIGO.


Como NÃO atender o seu cliente online

Escrito por Albert Deweik – No Varejo
Frequentemente é possível encontrar artigos explicando as melhores formas de atendimento a clientes na internet. Todos trazem dicas e formas maravilhosas para encantar e principalmente fidelizar o cliente. Mas e o contrário? Quais são os principais pontos que os players de e-commerce não podem pecar? Para isso, relacionamos os cinco principais erros cometidos pelas empresas na hora de realizar o atendimento online ao cliente.
1. Passar o atendimento do online para o offline - O cliente online quer ser atendido online. Parece trivial, mas muitas empresas ainda cometem este erro. O cliente entra em contato através de um canal online e recebe a resposta para entrar em contato por telefone. Nada mais frustrante do que iniciar um atendimento online, aguardar uma resposta e nela ser direcionado para um canal offline.
2. Canais de atendimento ociosos - Disponibilizou um canal? Use-o. Muitas empresas se vangloriam de disponibilizar os mais diversos canais de atendimento online, como: E-mail, Chat, Atendimento Inteligente, entre outros. Disponibilizam, mas não atendem. Há demora nas respostas de e-mail, deixam o cliente em filas intermináveis de chat e utilizam de forma errada o conteúdo de canais inteligentes. A partir do momento que um novo canal é disponibilizado ao cliente, ele deve ser usado de forma correta, caso contrário a frustração gerada será enorme
3. Falta de posicionamento de prazos - Estipule prazos de resposta. O usuário de internet está acostumado com respostas rápidas. Sendo assim, deixe claro ao cliente qual o prazo de resposta. Caso ele envie um e-mail, utilize ferramentas que estipulem e divulguem ao cliente o tempo médio para resposta. No caso do chat, informe a posição da fila e o tempo médio de espera. O cliente que não tem retorno sobre o prazo de resposta costuma recorrer aos métodos tradicionais - e mais caros - para sanar as dúvidas.
4. Demora nas respostas - O e-consumidor gosta de respostas rápidas. É imediatista. Utilize ferramentas de atendimento inteligente que consigam entender de forma automática as questões do cliente e responder. Este tipo de tecnologia costuma reter em média 70% do fluxo manual de interações online. Em grandes operações essa economia gerada é bastante expressiva.
5. Restrição de horário de atendimento - Um estudo realizado pela NeoAssist em 2011 aponta que cerca de 20% das dúvidas dos clientes em sites de compra ocorrem fora do horário comercial. Ter um atendimento disponível fora do horário comercial ou ferramentas inteligentes é importantíssimo. O cliente que não encontra resposta para sua dúvida na hora da compra, migra para o concorrente que disponibiliza essa informação.
Parecem cinco dicas fáceis de seguir. No entanto, mesmo nos dias de hoje, ainda encontramos muitas empresas que atendem dessa forma e deixam aberta a possibilidade de perder clientes de forma rápida para a concorrência.
O bom atendimento é uma ferramenta essencial para gerar uma relação de confiança com o cliente. Assim como há a opção de “apenas um clique” para efetuar uma compra, precisamos facilitar as resoluções de dúvidas e problemas, maximizando sua curva de conforto. Ou seja, as dicas e ferramentas estão em nossas mãos, só é preciso enxergar e investir além do carrinho de compras.
Albert Deweik é diretor de vendas da NeoAssist


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Postado por Fabianni Melo no Blog do Comércio Varejista SEBRAE em 6/30/2011 09:56:00 AM
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