segunda-feira, 30 de maio de 2011

Ciclo de Palestras do Pólo

O Grupo Gestor do Pólo Comercial Jardim São João tem trabalhado no sentido de criar oportunidades para o desenvolvimento e revitalização da Região do entorno do Jardim São João e adjacências. Dentro dessas ações está a criação do Ciclo de Palestras do Pólo Jardim São João. Confira as palestras já agendadas para os meses de Junho e Julho. Participe!



28/06 - Lei do PAF-ECF com Marcos Soares

26/07 - O que muda para as empresas do simples? com Fabiano Gonçalves, vice-presidente da CDL Niterói

Local: Universidade Candido Mendes, Centro - Niterói -  10º andar - Auditório
Hora:  08H30

Área de abrangência do Pólo

Você está na ÁREA DE ABRANGÊNCIA do Pólo Comercial Jardim São João? Descubra clicando aqui ÁREA DO PÓLO

segunda-feira, 2 de maio de 2011

EVENTO

Uma ótima oportunidade de negócios!

SEBRAE NA COPA 2014
5 DE MAIO, ÀS 1430
CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE NITERÓI
VAGAS LIMITADAS
INSCRIÇÕES: copa2014@sebraerj.com.br 0800 570 0800 / (21) 2719-8893


Redes sociais são importantes estratégias de marketing

Redes sociais são importantes estratégias de marketing


Use a rede a seu favor. Essa tem sido a máxima da maioria das empresas que procuram criar estratégias de marketing por meio das redes sociais para alcançar novos clientes e fornecedores ou mesmo fidelizar os antigos. Essa ferramenta permite que os empreendedores consigam descobrir o que o seu público-alvo deseja e também o que os consumidores pensam sobre os serviços e produtos oferecidos. Mas construir um verdadeiro relacionamento on-line não é uma atividade simples. Para atingir o sucesso é preciso entender que redes como Facebook, Twitter, Orkut, YouTube e Myspace são plataformas novas de negócio e merecem a devida atenção e cuidado.
A revista Inc elaborou algumas dicas para que você, empreendedor, saiba como usar as redes sociais para impulsionar o negócio e aumentar os lucros.
Os clientes devem conhecer o novo canal de comunicação
O primeiro passo para que clientes e fornecedores interajam com a página da empresa nas redes sociais é fazer uma publicidade em mídias tradicionais ou por meio do boca a boca, para que o público-alvo do negócio conheça os novos canais de comunicação da marca. Oferecer múltiplas plataformas de interação permite ao usuário escolher aquela em que se sente mais confortável para se comunicar com o negócio. Isso aumenta a probabilidade de ele se conectar com frequência à página da marca.
Envolva o seu público na rede
As páginas empresariais nas redes sociais devem servir para criar um diálogo entre o negócio e o seu público-alvo. Isso permite uma interação e aproximação entre as partes. Para que esse envolvimento seja bem-sucedido, é interessante descobrir o perfil dessa comunidade na rede e como os seus membros querem se comunicar.
Realize promoções
Redes sociais são importantes ferramentas para fortalecer as ações de marketing do negócio. Realizar promoções exclusivas nesse canal permite aos seguidores da marca conhecer os produtos e descontos oferecidos pela empresa. Ao utilizar esse veículo como estratégia promocional, a empresa também estará economizando o montante que gastaria com anúncios tradicionais.
Tenha uma rotina nas atualizações
As plataformas de comunicação social devem fidelizar os seus seguidores. Para isso, é importante que as empresas possuam uma rotina de horários para a atualização dos posts. Manter os fãs e seguidores do negócio cientes do que está sendo lançado no mercado é fundamenal para que eles estejam em contato permanente com a sua marca.

Em Castro, revitalização moderniza comércio em rua tradicional

Rua Doutor Jorge se prepara para uma transformação proposta pelo Programa de Desenvolvimento de Espaços Comerciais, iniciativa do Sebrae/PR e Sistema Fecomércio/PR.

A necessidade de organizar espaços comerciais, trazendo para o seu entorno um novo conceito de consumo, no qual clientes encontram ambientes mais seguros, confortáveis, aliados a atividades de consumo e entretenimento, está se tornando uma tendência no setor do varejo. Em Castro, nos Campos Gerais, o comércio instalado na Rua Doutor Jorge, conhecida como antiga Rua das Tropas, se prepara para uma transformação proposta pelo Programa de Desenvolvimento de Espaços Comerciais.

A iniciativa, lançada em 2010 e formulada com base em análises realizadas por meio da aplicação de projetos do Sebrae/PR e Sistema Fecomércio/PR no segmento do varejo, pretende aumentar a competitividade empresarial do comércio de rua, que está fora de grandes centros comerciais ou dos shopping centers. Além de Castro, outras quatro cidades do Paraná foram escolhidas para receber ações do Programa: Francisco Beltrão, no sudoeste; Londrina, no norte; Marechal Cândido Rondon, no oeste, e Maringá, no noroeste do Estado.

O consultor do Sebrae/PR e gestor da iniciativa realizada em Castro, Gilberto Keserle, ressalta a importância dos empresários que estão na Rua Doutor Jorge participarem das atividades propostas pelo Programa. “No dia 3 de maio, vamos realizar uma reunião com as entidades parceiras para lançar todo o cronograma de atuação para 2011, o que inclui treinamentos e capacitações na área de gestão. É importante que os empresários façam parte dessa iniciativa para que as melhorias sejam permanentes”, observa o consultor do Sebrae/PR.

De acordo com Keserle, o anseio dos empresários é por orientações que levem o aperfeiçoamento da gestão empresarial, processo que passa por diversos setores de uma pequena empresa, como melhoria no atendimento, visual de loja, finanças, recursos humanos. O consultor da entidade ainda explica que o Sebrae/PR e a Fecomércio/PR firmaram parcerias com instituições locais para a criação de uma governança, união que está sendo fundamental para o andamento das atividades do Programa no município.

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Castro (ACECASTRO), Rodrigo Morais da Silva, avalia que, para o pequeno comércio aumentar a competitividade empresarial, é preciso buscar diferenciação de mercado. “Há espaço nas pequenas cidades para o empresário que tem criatividade”, observa.

Para o presidente da ACECASTRO, o Programa de Desenvolvimento de Espaços Comerciais é fundamental justamente pela possibilidade de ampliar a oportunidade para os proprietários de pequenos comércios se atualizarem. “Tudo que conseguimos levar de conhecimento para o empresário é importante, até pra ele ficar mais preparado para qualquer adversidade que aconteça. O empresário que não buscar métodos de planejamento, e lembramos sempre do assessoramento do Sebrae/PR, tem dificuldade de manter a empresa no mercado”, ressalta Rodrigo Morais da Silva.

A secretária de Planejamento da Prefeitura de Castro, Renata Macedo de Paula, explica que a revitalização da Rua Doutor Jorge já estava programada e que a proposta do Programa de Desenvolvimento de Espaços Comerciais se caracterizou como uma potencial parceria para promover mais melhorias na região. “O prefeito não queria apenas fazer obras e embelezar a rua. Entendemos que era preciso também trabalhar com os empresários. O Programa permitiu essa integração”, diz Renata Macedo de Paula.

A secretária ainda explica que um cronograma para a execução das obras na Rua Doutor Jorge, que devem incluir nova pavimentação, novas calçadas, substituição da rede de iluminação para uma rede subterrânea, nova sinalização e paisagismo, foi realizado. Segundo Renata Macedo de Paula, até o final de abril, deve sair a liberação da Caixa Econômica Federal, entidade gestora dos recursos que serão liberados pelo Ministério do Turismo (MTur), para a ordem de serviço que vai permitir a abertura do processo de licitação das obras.

“Nós vamos conversar com os empresários sobre a execução das obras, porque essa é uma parceria de todos. O Programa de Desenvolvimento de Espaços Comerciais é muito importante para a Rua Doutor Jorge, a mais importante rua do comércio de Castro”, afirma a secretária.

Na avaliação do presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Castro (Sindicastro), José Marioli Simão, o processo de melhoria da infraestrutura da rua e as consultorias oferecidas pelo Programa serão fundamentais para tornar o comércio na região mais dinâmico. “É uma reivindicação antiga dos comerciantes para que acontecesse a revitalização da Doutor Jorge. Nós vemos com bons olhos essa modernização”, diz.

Ainda de acordo com José Marioli Simão, o empresário que atua no varejo não pode parar de buscar atualização. “O Sebrae ajuda nesse processo, a dar uma noção e passa uma outra visão, o que torna a gestão mais profissional. Não há espaço para amadorismo no comércio”, ressalta o presidente do Sindicastro.

Cara nova

Com ações planejadas, o Programa de Desenvolvimento de Espaços Comerciais propõe trazer melhorias efetivas no desempenho de empresas comerciais, resolvendo aspectos tradicionalmente críticos, com impacto na sustentabilidade dos negócios e no fortalecimento da identidade do comércio local.

Com o Programa, o objetivo das entidades envolvidas, bem como dos empresários, é aumentar a atratividade do comércio varejista de bens e serviços em Castro. Organizar e desenvolver projetos de revitalização em conjunto com parceiros locais, estaduais e nacionais; organizar o capital social local para buscar soluções para o desenvolvimento sustentável do território determinado; promover o associativismo e o cooperativismo local; organizar o comércio local, o turismo de compras e promover um convívio entre as diversas camadas sociais; e ampliar a competitividade das empresas participantes e do setor como um todo são os objetivos específicos do Programa.

Como avaliar o ponto comercial

Por Conceição Moraes

Cada segmento de negócio no varejo possui peculiaridades que influenciam a sua melhor localização. Para contribuir nessa análise, seguem alguns aspectos que podem colaborar para o sucesso ou insucesso da escolha do seu ponto comercial para esse segmento:
  • Posicionamento do sol: evitar que o empreendimento seja localizado com a frente da loja para o poente.
  • Trânsito: averiguar fluxo de carros e ônibus quanto à velocidade praticada; congestionamento; origem e destino de ônibus e carros; localização de ponto de ônibus e de taxi; áreas permitidas para estacionamento.
  • Vizinhança: pontos comerciais e residências existentes.
  • Infraestrutura predial: instalações elétricas e hidráulicas, além do estado de conservação da área de alvenaria.
  • Legislação municipal: regras de utilização para ponto comercial, manutenção de área verde, estacionamento.
  • Projeto governamental: analisar a existência de algum projeto de intervenção na área, de curto ou de longo prazo, tais como, mudança de transito construção de viadutos, metrô e outras intervenções que venham a interferir na rotina do local.
  • Pessoas: o perfil de quem mora, de quem circula e frequenta a localidade.
  • Identificar e qualificar barreiras de acesso ao ponto comercial, como degraus, estado de conservação da calçada, quiosques, árvores ou postes que dificultem a visibilidade do ponto comercial.
  • Relevo predominante na localidade: plano e/ou acidentado.
Esses aspectos citados e tantos outros poderão interferir, com maior ou menor investimento, para instalação de sua empresa, como também a possibilidade de acesso a potenciQuanto ao posicionamento do sol no poente, pode interferir no fluxo de pessoas e na visualização da empresa durante o período da tarde, quando os clientes podem preferir caminhar no outro lado da calçada e você terá que colocar algum suporte para proteger a empresa da incidência do sol.
A realidade do trânsito possui vários aspectos:
  • Uma parada de ônibus e/ou de táxi impediria a possibilidade de estacionamento de carros. Se o potencial cliente utiliza ônibus, com frequência, ótimo. Caso não utilize, fuja. Reavalie a sua escolha.
  • De acordo com o fluxo desse trânsito, precisará de um bom estacionamento, além de placa e fachada que permita boa visibilidade da empresa.
  • O sentido do tráfego dos carros poderá ajudar ou dificultar o acesso, de acordo com a conveniência de seus clientes.
Quando a vizinhança for composta, principalmente, por pontos comerciais, observar qual a área que possui maior concentração de pessoas circulando, pois alguns centros comerciais possuem ruas com muita movimentação e, outras, não. Isso significa ser arriscado; escolher ruas com pouco circulantes.

Além de analisar se as empresas vizinhas terão algum tipo relação com o mix de produto que será comercializado, pois, a vizinhança de empreendimentos poderá contribuir para atrair mais clientes.
O perfil das pessoas presentes no ambiente é muito importante para ser observado. Essas pessoas poderão representar a chave do seu sucesso. Analisar quantidade, direção, horário e perfil socioeconômico.
Deve-se, ainda, averiguar a Lei Municipal e projetos de intervenção na localidade. A partir dessas informações se terá conhecimento de oportunidades ou ameaças para o bom funcionamento do seu negócio.
As barreiras de acesso à sua empresa, por incrível que pareça, existem. E, muitas vezes, passa despercebida na hora de definir sobre o ponto comercial. Calçadas, iluminação pública, ruas com ladeira (quando isso não fizer parte de toda área comercial), muro lateral do empreendimento vizinho, obstruções na rua, posicionamento de placas e árvores – tudo isso poderá facilitar ou prejudicar a visualização ou o acesso à sua empresa.
Todos esses pontos citados devem ser observados. Um empreendimento no varejo precisa ter uma localidade de fácil acesso aos clientes, além de gerar atratividade e conveniência para seus potenciais clientes. Muitas vezes, as boas negociações estão na “venda por impulso” e, poucas, nas planejadas. Isso significa facilidade de localizar e entrar na sua empresa.


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Postado por Fabianni Melo no Blog do Comércio Varejista SEBRAE em 4/29/2011 04:35:00 PM

Cardápios em tablets agilizam atendimento e atraem clientes

Aplicativo permite alteração de pratos e preços a qualquer momento.   Empresa que desenvolveu novidade planeja expansão.

Do PEGN TV
A tecnologia chega aos tradicionais menus de restaurantes. Uma empresa de São Paulo desenvolveu o cardápio eletrônico para tablets. Na mesa, o cliente consulta as opções, escolhe o prato e o pedido vai direto para a cozinha.

Avenida Ipiranga com a São João. Um dos endereços mais conhecidos do Brasil. O restaurante que ocupa a famosa esquina paulista recebe os clientes com uma novidade no cardápio: o “próprio” cardápio.

Cinco tablets substituem o cardápio de papel. O garçom mostra as opções de pratos e bebidas. Depois que o cliente escolhe. Basta um simples toque na foto do produto e o pedido já vai direto para a cozinha.

“Você não perde tempo para tirar, anotar na comandinha, ir até o terminal. Então é tudo feito aqui na mesa, de frente para o cliente”, afirma o garçom Giliarde José Marques.
Álvaro Aoas é o dono do restaurante. Ele paga R$ 350 por mês para usar o aplicativo do cardápio digital, R$ 70 para cada tablet.
A qualquer momento o empresário pode acrescentar ou retirar um prato, alterar o preço e fazer promoções
“A gente acredita que o consumidor tem tudo para ficar em casa hoje. Então a gente precisa despertá-lo, primeiro para sair de casa, e depois porque entre quase dez mil estabelecimentos ele escolhe o seu estabelecimento. Então você tem que estar sempre inovando, sempre trazendo coisas novas”, afirma Aoas.

O aplicativo tem outra vantagem. A qualquer momento o empresário pode acrescentar ou retirar um prato, alterar o preço e fazer promoções.

“Imagina que você aumenta o preço de um entre duzentos ou trezentos produtos e você tem que produzir toda uma leva de cardápios. O iPad possibilita que você faça essa mudança de preços, para mais ou para menos, ou até propostas, ofertas, promoções, e sugestões de cardápio, em cinco segundos”.

Aplicativo que mostra cardápio

O tablet chegou ao mercado há menos de dois anos e 20 milhões de unidades já foram vendidas no mundo. O aparelho é uma espécie de computador portátil, sem teclado físico, e com tela sensível ao toque. O aplicativo que mostra o cardápio do restaurante foi criado pelo empresário Maurício Medeiros.

“Quando se falou nisso, eu lembrei muito daqueles carrinhos de sobremesa nos restaurantes mais antigos. Não sei se você lembra que vinham aqueles pudins que vinham pingando calda ou então sorvete. Sabe o sorvete gelado pingando? Então a hora que veio essa idéia todos aprovaram e desenvolvemos um produto para isso, exatamente isso, é conseguir passar mais ainda para o cliente do restaurante sobre o produto que ele vai consumir”, diz Medeiros.

A empresa faz a automação de restaurantes. Vende programas para a gestão financeira e do estoque. Os sistemas criados aqui estão instalados em 15 mil estabelecimentos de todo o Brasil. O cardápio digital é um novo serviço para bares e restaurantes.

“Nós tivemos um custo aproximado de R$ 600 mil. A nossa expectativa é que, com isso, a gente consiga aumentar, em pelo menos 10%, o número de clientes que a gente vem conquistando a cada ano.”

Uma hamburgueria da zona leste de São Paulo também usa o aplicativo. Enquanto em um cardápio de papel cabem seis ou sete fotos, o tablet consegue armazenar centenas.

“A gente coloca todos os produtos, e você vai vender mais, porque o cliente vai ver o produto, e você vende mais”, diz o gerente Ezequiel da Silva Santos.
“É muito interessante e a gente também pode. Você mesmo pode ir manuseando. É uma novidade que eu acho que vai pegar, é bastante interessante”, diz o consumidor Lucas Vicente Altava.
Por mês, o restaurante joga 100 cardápios de papel no lixo. E cada um custa entre R$ 10 e R$ 12. Por isso, a médio prazo, o cardápio digital é um bom investimento. A hamburgueria tem dois tablets e quer comprar mais.

“Vamos comprar mais dois para poder atender toda a casa. Precisamos de mais dois”, diz o gerente.

A empresa que desenvolveu o cardápio no tablet está satisfeita com a aceitação do produto no mercado e já planeja a expansão. “A nossa estimativa agora é atender a 200 casas neste ano e, até o final de 2012, chegar a 500 casas”, diz Medeiros.


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Postado por Fabianni Melo no Blog do Comércio Varejista SEBRAE em 4/29/2011 07:15:00 PM

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