quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Polo de rua x shopping center: qual a melhor pedida?


O seminário “Polos Comerciais de Rua: Uma Opção Estratégica para Expansão”, realizado no dia 25/08 no auditório nobre da FGV (Fundação Getulio Vargas) deu o que falar nos quesitos: viabilidade, acesso, custo e benefícios para os varejistas e consumidores. Promovido pela GVcev - Centro de Excelência em Varejo da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV-EAESP, o evento contou com a presença de pequenos, médios - como o Depósito de Lingerie, que foi apresentado inclusive como case de sucesso - e grandes varejistas, como a rede de supermercado Dia, o Extra e a Marisa, que participou da discussão e falou um pouco sobre suas estratégias.
“Uma das coisas que a gente pode interpretar com algumas análises que fizemos é que o centro de São Paulo é o retrato da cidade. Ou seja, para onde estiver seguindo o varejo, o emprego e as agências bancárias, lá estará o principal polo de concentração comercial, seja ele aberto (de rua) ou fechado (como os shoppings)”, explicou Tadeu Masano, professor da FGV, que abriu a discussão.
Mas os estudos também mostraram os prós e os contras quando um shopping fica mais próximo do polo comercial de uma rua, sem que haja prévio planejamento. Se por um lado a região passa a ser mais procurada pelos consumidores, pelo outro pode ser que o shopping acabe tirando a vitalidade do polo de rua, se as ações não forem estudadas antecipadamente. Some-se a isso o crescimento do mercado informal paralelo, do qual muitas vezes o camelô pode ajudar a atrair clientes e em outras acabar tomando toda a frente de uma loja. “Com tudo isso, sem sombra de dúvida quando um cliente vai a um polo de rua, por exemplo, acaba tendo mais opções para fazer comparações de preços e encontrar objetivamente o que procura”, esclarece Ana Maria Biazzi, presidente do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo (Ibape-SP), a respeito da evolução dos polos.
Mas como planejar possíveis centros comerciais em uma cidade como São Paulo? “Ocupando quem sabe áreas remanescentes de zonas de incorporação, criando um novo conceito de lifestyle, como acontece nos Estados Unidos”, propõe Biazzi.
Atualmente os principais polos de médio padrão em São Paulo se concentram ao centro, leste, nordeste, sudeste e noroeste da cidade.
Outros pontos de vista
Reconhecer que o varejo paulista é extremamente dinâmico não só nos shopping como nos polos de rua foi uma unanimidade entre os convidados e a platéia. “A rua é uma referência. O que não tem número simplesmente não existe para a cidade”, defendeu o convidado Luiz Bloch, assessor especial da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU-SP).
Para José Luiz Cunha, diretor de vendas da Marisa, lidar com o varejo é estar disposto a aprender todos os dias. “Independente do formato de loja, o que não dá para colocar nela hoje pode ser que dê amanhã”.
O fato é que há espaço no varejo para todo tipo de tamanho e segmento de loja. Só vai depender do planejamento, condições e foco do empresário. Se ele prefere, por exemplo, ir para o polo de rua porque não desprende de tempo para esperar o grau de maturação que um shopping às vezes exige, ou se prefere esperar mais um pouco e se lançar nele, acreditando ter capital para pagar por um aluguel mais caro, que em contrapartida oferece mais segurança, lazer e atratividade. Fica ao gosto do freguês, que neste caso fica do lado de dentro do balcão.

Fonte: No Varejo

ENQUETE ONLINE DO SEBRAE CONSULTA A OPINIÃO DO EMPRESÁRIO DO PEQUENO VAREJO. PARTICIPE!




O SEBRAE mantém o Site de Comércio Varejista, a segunda página setorial mais acessada do Portal da instituição, com mais de 67 mil visualizações mensais. O site pretende ser uma fonte de informação atualizada, tratando de tendências e temas de interesse, em linguagem adequada para os empresários das micro empresas e empresas de pequeno porte do comércio varejista brasileiro. Para que esse instrumento se mantenha sempre sintonizado com as necessidades e demandas de seus clientes, o SEBRAE está realizando uma enquete para ouvir as opiniões e sugestões dos visitantes do Portal. A enquete é simples e não demora mais de 2 minutos para ser respondida. Para acessar o Site de Comércio Varejista do SEBRAE e participar da enquete online, basta seguir o link:http://www.sebrae.com.br/setor/comercio-varejista 

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

PALESTRA SOBRE COMÉRCIO ELETRÔNICO - E-commerce


Amanhã acontecerá o terceiro encontro do ciclo de palestras do Polo Comercial Jardim São João, com a apresentação do tema COMÉRCIO ELETRÔNICO – E-commerce.

O evento acontecerá na Universidade Cândido Mendes, situada à Rua Luiz Leopoldo Fernandes Pinheiro, 517 – Centro – Niterói, no 10º andar, e a entrada é gratuita.

Participe!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Empresários disseram ao STF que aceitam o aumento do aviso prévio de até 90 dias


Atualmente, as empresas concedem 30 dias. Mas em junho, o Supremo decidiu que o tribunal irá regulamentar, temporariamente, o artigo 7º da Constituição

Os empresários da indústria, agricultura e comércio se uniram para dizer ao Supremo Tribunal Federal (STF) que aceitam que o aumento do aviso prévio proporcional ao tempo de serviço seja de até 90 dias.
Atualmente, as empresas concedem 30 dias. Mas em junho, o STF decidiu que o tribunal irá regulamentar, temporariamente, o artigo 7º da Constituição. Ele prevê o “aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, sendo mínimo de 30 dias”.
Em reunião nesta semana com o relator do caso, ministro Gilmar Mendes, as confederações nacionais da indústria, transportes, comércio, agricultura e do sistema financeiro disseram que aceitam a manutenção do prazo atual e o acréscimo de três dias por ano trabalhado.
Essa proposta, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), só teria um limite de 20 anos. Com isso, uma pessoa que trabalhou durante esse período em uma empresa teria direito a 90 dias de aviso prévio.
As confederações também apresentaram outro projeto ao ministro Gilmar Mendes. Eles querem que seja mantido o prazo de 30 dias e acrescentado um dia por ano trabalhado. Sendo assim, se uma pessoa trabalhou em uma empresa por 10 anos, por exemplo, ela teria direito a 40 dias de aviso prévio.
Os empresários ainda pediram que o STF não aplique o aviso prévio proporcional aos micro e pequenos empresários. Segundo o documento, essas categorias são de menor poder econômico e muitas vezes não conseguem pagar os encargos trabalhistas já previstos na legislação atual.
Decisão – O STF decidiu no dia 22 de junho que iria fixar regras para que o aviso prévio fosse proporcional ao tempo de serviço prestado por um trabalhador.
O entendimento foi tomado pelos oito ministros que estavam presentes no plenário do tribunal, ao analisar um pedido de quatro funcionários da Vale que foram demitidos. O relator do caso, ministro Gilmar Mendes, julgou procedente o pleito dos trabalhadores.

Programa CDL Entrevista com Fabiano Gonçalves - Bloco 2 -18/08/2011

Dr. Carlos Jardim, Presidente do Conselho de Administração da Unimed Leste Fluminense. O Dr. Carlos Jardim é médico Urologista, e durante o programa foram abordadas questões sobre o trabalho atual à frente da Unimed, além de um panorama de toda a sua carreira profissional, com os seus desafios e conquistas.

Consumidor Y: quem é, quanto gasta e o que pensa


A Geração Y deu origem a um novo perfil de consumidor. Durante o HSM Management, em São Paulo, Jorge Kodja, Diretor da TNS Research International, apresentou o resultado da pesquisa TRU Study, feita com 1.500 jovens nascidos entre 1980 e 1990. No Brasil, esse grupo representa 14% da população, com 32 milhões de pessoas.
Apesar da forte presença das tecnologias na vida dos consumidores Y, 43% deles pertencem à classe C. Ainda assim, os gastos anuais dosjovens aficionados por TV e internet atingem a marca de R$ 32 bilhões. O perfil deles pode ser baseado em comportamento, mas poucas companhias conseguem desenvolver uma estratégia efetivamente voltada somente para este grupo.
Em média, os consumidores Y gastam até R$ 49,00 por semana. Se olharmos para o sudeste, veremos a região com o maior ticket médio do país com relação aos valores semanais de consumo, com R$ 54,00. No nordeste o número chega a R$ 31,00. Apesar disso, o dinheiro provém dos pais em 76% dos casos, contra 16% dos que trabalham nesta idade.
Conflito de gerações
Não importa de onde vem o dinheiro. A pesquisa aponta que os principais gastos destes consumidores são roupas e acessórios, higiene e beleza, e só depois a diversão. O sinal de novos tempos surge quando a Geração Z, os filhos dos consumidores Y, que preferem sair com seus pais ou fazer atividades em família do que estar entre amigos. “Oitenta e quatro por cento dos pesquisados preferem estar com seus familiares na hora do lazer”, afirma Jorge Kodja, Diretor da TNS Research International.
Essa geração nasceu entre os anos 1990 e 2000 e o Z é principalmente por conta do “zapear”. Ou seja, varia de perfil de consumo com facilidade. Outro forte elemento presente no dia a dia dessa geração são as redes sociais. Se por um lado é preciso que os pais se preocupem com os crimes na web, por outro, o alívio é grande ao saber que a pesquisa aponta os jovens de hoje como menos transgressores.
Além disso, os jovens de hoje estão mais tolerantes e menos preconceituosos. Prova disso é que para 95% dos que responderam ao estudo da TNS, os idosos merecem respeito. Do total, 80% têm amigos de outras raças e 40% mantém amizade com pessoas com outra orientação sexual. Por outro lado, não há novidades sobre o canal que eles preferem usar para obter informações. A TV ainda é o principal já que 84% deles citaram o aparelho, contra 43% que preferem a internet”.
Hábitos de consumo e comportamento
Para as empresas que atuam em um mercado de produtos voltados para estes jovens, a boa notícia é para o setor de telefonia. Perguntados sobre o objeto que possuem em casa, 81% citaram o aparelho celular e 43% o computador. Entre os sites, o Orkut é acessado por 72% dos que participaram da pesquisa, apesar do forte crescimento do Facebook.
Definir o consumidor Y é difícil porque as variações podem ocorrer a qualquer momento, com apenas um clique no mouse. Mas, para atingi-los, é preciso jogo de cintura e habilidade para saber onde e como encontrá-los. “Eles são um alvo móvel”, define Kodja.
De acordo com o Diretor da TNS, é possível que estejamos vivendo um conflito de gerações, já que os mais velhos de hoje invejam as facilidades e a liberdade dada aos teens. A quantidade de informações que a geração Z recebe diariamente é muito grande, porém, com pouco conteúdo, o que pode ser a vantagem dos Y. “Eles obtém informações em cápsulas. Cada vez mais informação com cada vez menos analise”, completa.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Empresas: governo federal corrige Simples Nacional e baixa tributação

Acordo possibilita correção dos limites do programa voltado para as micros e pequenas empresas. Agora, o limite do empreendedor individual sobe de R$ 36 mil  para R$ 60 mil

A presidente Dilma Rousseff fechou acordo com a Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas no Congresso Nacional que possibilita a correção dos limites de enquadramento das empresas no Simples Nacional. O sistema permite o pagamento de um único tributo. O projeto ajusta de R$ 36 mil para R$ 60 mil o teto da receita bruta anual do empreendedor individual. Para a microempresa, de R$ 240 mil para R$ 360 mil, e para a pequena empresa, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões, o que representa uma elevação de 50%.

Com a correção do teto de faturamento, as empresas poderão faturar mais e continuar dentro do programa simplificado de pagamento de tributos.
“Desde 2008 que o mundo vive fortes problemas econômicos que em alguns momentos se agravam. Em função disso, o nosso governo tem promovido o fortalecimento de vários setores da economia”, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao anunciar as mudanças.
Outra medida é o parcelamento da dívida tributária para os empreendedores que estão enquadrados no Simples Nacional, o que até agora não era permitido. O prazo de pagamento será de até 60 meses.
Mantega informou que será suspensa a necessidade de declaração anual do Simples Nacional. Para substituí-la, as declarações mensais serão consolidadas pela Receita Federal.
“Essa ampliação vai no sentido de abranger um número maior de empresas que estariam agregadas naquele que é o regime tributário mais moderno que nós temos no País”, disse Mantega.
Outro ponto negociado entre o governo e parlamentares é a permissão para que micro e pequenas empresas possam exportar sem sair do Programa do Simples Nacional o mesmo valor comercializado no mercado brasileiro.

Adesão –
 O Simples, como o nome diz, é um sistema simplificado de cobrança de impostos para micro e pequenas empresas que vigora há mais de quatro anos. Até agora, 5,2 milhões aderiram ao programa, o que, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), representa 88% das micro e pequenas empresas do País.
O Simples unifica oito tributos da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios – o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), PIS/Pasep, Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre Serviços (ISS) e a Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência Social a cargo da pessoa jurídica.
O programa é administrado por um Comitê Gestor composto por oito integrantes da Secretaria da Receita Federal do Brasil, dos estados e do Distrito Federal e dos municípios. Para entrar no Simples Nacional é necessário ser microempresa ou empresa de pequeno porte.
Fonte O FLUMINENSE

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Cinco características que distinguem os verdadeiros inovadores


O senso comum diz que o que difere as mentes inovadoras dos meros mortais é a generosidade genética: essas pessoas nasceram inteligentes e com grande capacidade para criar. São seres que usam mais o lado direito do cérebro e por isso têm um pensamento mais intuitivo e menos convencional. Mas criatividade e capacidade de inovar não são qualidades com as quais as pessoas nascem com ou sem. Pelo menos é o que dizem os pesquisadores Jeff Dyer, Hal Gregersen e Clayton M. Christensen, autores do recém-lançado The Innovator´s DNA (O DNA do Inovador).
No livro, os estudiosos argumentam, com base em diversos estudos empíricos, que características criativas não são apenas regalos da natureza, mas que podem ser desenvolvidas. Está bom, muita gente diz isso. Só que esse é um estudo rigoroso conduzido por profissionais de três universidades de prestígio: Harvard, Marriott School e Insead. Eles chegaram à conclusão de que de 25% a 40% de nossa capacidade criativa é determinada geneticamente. O restante – quase dois terços de nossa competência para inovar – vêm de um roteiro básico. Primeiro deve-se entender a tal característica (ou o processo criativo), depois praticá-lo e, por fim, ganhar confiança na própria capacidade de criar.
Se os inovadores podem ser criados, como fazê-lo? E como eles têm as ideias geniais? Depois de pesquisar mais de 500 pessoas realmente inovadoras e compará-las com cerca de 5.000 executivos, eles identificaram cinco elementos que compõem o verdadeiro criativo. Eis as suas conclusões.
Capacidade de associação: é considerada a principal característica dos inovadores. As associações acontecem quando o cérebro tenta sintetizar informações em sequência, dando-lhes lógica e coerência. É isso que ajuda nas descobertas de conexões entre questões aparentemente isoladas. “As rupturas inovadoras geralmente acontecem na interseção de diversos campos e disciplinas”, escreveram os autores no prefácio do livro. Pensadores inovadores ligam ideias nas quais outras pessoas não veem relação. É o que alguns pesquisadores chamam de “Efeito Médici”, em referência à explosão de criatividade e cultura vivida em Florença, durante o Renascimento. A família de mecenas reuniu tantos artistas, pintores, poetas, músicos, escultores, arquitetos, que a cidade italiana viu o desabrochar de uma das fases mais inovadoras da história da humanidade. Um artista se aproveitou do conhecimento passado pelo outro e o resultado foi a exuberância intelectual e artística da época.
As outras quatro qualidades dos inovadores acionam o pensamento associativo ao incrementar seu repertório, de onde surgiram as novas ideias.
Quetionamento: Inovadores quase sempre são aquelas pessoas chatas que não deixam uma dúvida passar em branco. Sempre questionam tudo. Geralmente eles desafiam o status quo e não aceitam fórmulas fáceis. Uma de suas frases mais proferidas é: “O que aconteceria se a gente modificasse isso?”. Pessoas assim fazem perguntas para entender como as coisas realmente são, por que são de determinada maneira e como elas podem ser desafiadas ou subvertidas. Suas perguntas provocam uma revoada de pensamentos e insights coletivos que levam a sociedade para o rumo da inovação.
Observação: Um inovador está sempre de olho nas coisas. São observadores detalhistas, e o todo o mundo é objeto de seu escrutínio: consumidores, produtos, serviços, tecnologias, estruturas, processos. As observações funcionam como lenha para sua explosão de ideias e novos parâmetros para fazer as coisas. Steve Jobs criou o sistema operacional para seus primeiros Macintosh – e até mesmo do atual OSX – depois de uma visita ao centro de inovação da Xerox.
Networking: Inovadores gastam muito do seu tempo e energia testando ideias por meio de uma ampla rede de contatos com diferentes perspectivas e bagagem cultural. Mas não é aquele networking convencional de tapinha nas costas. Eles conversam, preferencialmente, com pessoas com quem não concordam em nada. Mais que contatos sociais, eles querem ideias frescas. Buscam pensamentos ousados, mentes rebeldes e conceitos completamente fora de sintonia com os padrões estabelecidos.
Experimentação: Por fim, os inovadores estão constantemente experimentando. Eles vivem e exploram o mundo de maneira sensorial e intelectual. Não são convictos em nada e sempre estão aventando novas hipóteses. São early users de tudo. Visitam novos lugares, pesquisam novas ideias e tentam aprender coisas diferentes todos os dias. Dessas variadas experiências germinam novas ideias.
Num plano coletivo, essas características desbravadoras – a qualidade cognitiva de associar e as qualidades comportamentais de questionar, observar, comunicar e experimentar – compõem o DNA do inovador, o mapa para a geração de ideias de negócios inovadoras.

Cinco características que distinguem os verdadeiros inovadores

Fonte: www.papodeempreendedor.com.br

Blog do Comércio Varejista SEBRAE: Loja Varejo Ideal - 3D

Blog do Comércio Varejista SEBRAE: Loja Varejo Ideal - 3D: "A Unilever, em parceria com a ABAD, trouxe uma novidade para o varejo durante a Feira ABAD 2011 em Recife. A Loja Varejo Ideal, em formato 3..."

Programa CDL Entrevista com Fabiano Gonçalves - Bloco 1 - 04/08/2011

Assista aqui o Programa CDL Entrevista.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Transforme seu cliente em parceiro



Por Cláudio Nasajon

Quem está no mercado empresarial há algum tempo sabe que existem dois tipos de fornecedores: os que simplesmente vendem determinado produto ou serviço, e os que, além disso, também se preocupam em acompanhar os resultados e criar um vínculo com o cliente - aos que eu chamo de “fornecedores parceiros”.

Certamente todos nós gostaríamos de ter parceiros em lugar de simplesmente fornecedores, mas lamentavelmente já é difícil conseguir com que o vendedor cumpra o que promete, entregando o que vendeu, quanto mais esperar que ele se comprometa com os resultados que o cliente obterá com seu produto ou serviço.

É sempre trabalhoso conquistar novos clientes, porque há muita concorrência. Nem sempre os compradores percebem, ou dão o devido valor, a características como comprometimento com resultados, preocupação com o pós-venda, confiabilidade e outros intangíveis, mas é assim que se dá a fidelização. Algumas empresas nos acompanham há mais de duas décadas. Aqui vale lembrar uma máxima de Jack Welch: “A maior vantagem competitiva que temos sobre nossos concorrentes é o conhecimento e as informações que temos de nossos clientes”.

Esse cuidado deve se estender aos “clientes internos”, ou seja, aos colaboradores. Também com eles é preciso compromisso. Num mercado onde ainda é difícil arranjar um emprego no qual se receba o salário pontualmente e se respeite a carga horária contratada, só para citar dois itens, uma empresa que paga religiosamente em dia e ainda oferece empréstimos a juro zero, assistência médica para toda a família, subsídio educação, flexibilidade de horário, psicólogos, fisioterapeutas e ouvidores para dar atendimento quando necessário, que oferece, enfim, um ambiente propício para que cada um possa dar o melhor de si, tende a atrair os melhores talentos e, consequentemente, melhores resultados em seus negócios.

O valor de uma venda é centenas de vezes maior se você considerar os clientes numa perspectiva de longo prazo, se você pensar nos negócios que pode fazer com eles durante “toda a sua vida” - e não apenas naquela transação. Por isso, jamais recomende uma compra para um cliente que possa arrepender-se mais tarde. Isso prejudica o relacionamento e a sua credibilidade - duas coisas que são muito mais importantes, no longo prazo, do que a venda em si.

É fundamental ser um importante parceiro empresarial de nossos clientes, em benefício mútuo de nossas organizações, servindo de exemplo para novos empreendedores e contribuindo para o desenvolvimento do país.

Cláudio Nasajon é empresário, sócio-presidente da Nasajon Sistemas e professor de empreendedorismo da PUC-Rio
Publicado no site: Varejista.com

Muda o perfil do e-consumidor



O público da classe C vem ganhando cada vez mais espaço no e-commerce brasileiro. De acordo com dados levantados pela e-bit, empresa especializada em informações do setor, 61% dos novos entrantes no primeiro semestre de 2011 possuem renda familiar igual ou menor a R$ 3 mil. Nos últimos anos, a entrada desse público no comércio eletrônico aumentou de forma significativa, comprovando que o consumidor das classes menos abastadas está conectado e fazendo suas compras via web.

Para se ter uma ideia do avanço, em 2009, 44,6% do total de e-consumidores do mercado pertenciam, na melhor das hipóteses, à classe C. No primeiro semestre de 2011, esse mesmo número subiu para 46,5%, o que corresponde a aproximadamente 5 milhões de novos consumidores durante esse intervalo de tempo.

“O crescimento da baixa renda no e-commerce é relevante e deve continuar em evidência para os próximos anos. Percebemos que esse consumidor chega ao novo canal já adquirindo produtos de alto valor agregado como eletrodomésticos, eletrônicos e artigos de informática. A partir dessa primeira experiência, muitas vezes parcelada em 12 vezes sem juros no cartão de crédito, esse indivíduo passa a considerar a internet como novo canal de compras no seu repertório de opções”, avalia Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit.

Um dos fatos que comprovam as compras de produtos mais caros por parte desses consumidores é o tíquete médio elevado. Apesar de possuírem uma menor freqüência de compra e menor renda, o tíquete médio registrado no primeiro semestre de 2011 foi de R$ 320,00, contra R$ 355,00 do total de compradores da internet.

Ao analisar apenas as pessoas dessa faixa de renda que fizeram sua primeira compra no mesmo período, o valor médio é ainda maior: R$ 340,00. Já em 2009, os novos consumidores dessa classe social gastaram R$ 330,00, em média, por compra. É relevante destacar a maioria feminina desse novo consumidor. Ao longo dos seis primeiros meses de 2011, 55% dos novos entrantes da Classe C pertenciam a esse gênero.

No que diz respeito à idade, 24% dos que fizeram a primeira compra, possuíam entre 35 e 49 anos – faixa mais representativa também para o comércio eletrônico como um todo. Ainda de acordo com dados da pesquisa, 22% dos consumidores possuíam ao menos o ensino superior completo, enquanto que 78% não possuíam ainda graduação. A região Sudeste possui a maior fatia dos novos e-consumidores de baixa renda - 64% do total - seguida das regiões Nordeste e Sul com 14% e 12%, respectivamente.
Fonte: Adnews

O que muda para as empresas do Simples

Veja aqui as fotos da Palestra "O que muda para as empresas do Simples?"
Nosso palestrante foi o Presidente da CDL Niterói Fabiano Gonçalves.

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